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CLDF afasta diretor e investiga software de monitoramento sem autorização em computadores

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Sala de escritório na CLDF com computadores e gráficos de monitoramento, em investigação por software não autorizado.
Sala de escritório na CLDF com computadores e gráficos de monitoramento, em investigação por software não autorizado.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) instaurou um processo administrativo para investigar supostas irregularidades no setor de tecnologia da informação, incluindo a possível instalação de software de monitoramento em computadores de servidores sem autorização. O diretor Carlos Henrique de Oliveira foi afastado cautelarmente por 60 dias, conforme decisão publicada no Diário da Câmara Legislativa em 17 de outubro de 2025, uma quinta-feira. A medida visa garantir a isenção na apuração de uma denúncia anônima que aponta violação de privacidade.

Detalhes da denúncia e investigação

A denúncia anônima, recebida pela Ouvidoria da CLDF, motivou a instauração do processo administrativo disciplinar. Ela sugere que softwares de monitoramento foram instalados nos computadores dos servidores sem o devido consentimento, o que poderia configurar uma violação de privacidade. A comissão especial formada por servidores tem um prazo inicial de 60 dias para investigar, com possibilidade de prorrogação.

Recebemos uma denúncia anônima e, conforme os procedimentos internos, instauramos o processo para investigar. O afastamento é uma medida cautelar para garantir a isenção na apuração

Rafael Prudente

Reações e implicações

O presidente da CLDF, Rafael Prudente, destacou a importância de seguir os procedimentos internos para uma apuração imparcial. Já o deputado Fábio Felix enfatizou a necessidade de clareza e respeito à privacidade dos envolvidos. Servidores da casa expressam preocupação com as possíveis irregularidades no setor de tecnologia da informação.

É fundamental que haja clareza sobre o que está acontecendo. A privacidade dos servidores deve ser respeitada

Fábio Felix

A investigação ocorre em um momento de crescente atenção à ética e transparência nas instituições públicas. O afastamento de Carlos Henrique de Oliveira por 60 dias permite que a comissão atue sem interferências, promovendo uma análise detalhada das alegações. Resultados da apuração poderão influenciar políticas internas da CLDF sobre o uso de tecnologias de monitoramento.

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