O Distrito Federal recebeu 50 mil doses de vacina contra febre amarela do Ministério da Saúde, ampliando o alerta sanitário em resposta ao aumento de casos da doença em estados vizinhos como Goiás e Minas Gerais. A distribuição ocorreu na quinta-feira, 5 de setembro, e as doses foram encaminhadas para 174 salas de vacina da rede pública, visando intensificar a campanha de imunização. A medida preventiva, coordenada pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), busca proteger a população diante da proximidade geográfica e do fluxo de pessoas entre as regiões.
Detalhes da distribuição das vacinas
A SES-DF confirmou que o lote enviado pelo Ministério da Saúde está disponível em todas as unidades de saúde pública do Distrito Federal. Essa ação visa atender a demanda crescente por imunização, especialmente para aqueles que ainda não receberam a vacina contra febre amarela. A secretaria enfatiza a importância da vacinação como ferramenta essencial para prevenir surtos, considerando o risco de transmissão em áreas urbanas e rurais.
Motivos para o alerta sanitário
O aumento de casos em Goiás e Minas Gerais motivou a ampliação do alerta no Distrito Federal, devido à proximidade e ao intenso tráfego de pessoas entre esses estados. Autoridades sanitárias destacam que a febre amarela é uma doença grave, transmissível por mosquitos, e que a vacinação é a principal forma de prevenção. A iniciativa da SES-DF reflete uma estratégia proativa para evitar a propagação da doença no DF, protegendo residentes e visitantes.
É fundamental que a população se vacine para evitar surtos. A febre amarela pode ser prevenida com a imunização, e estamos preparados para atender a demanda.
— Osnei Okumoto, secretário de Saúde
Impacto na população do DF
A campanha de imunização intensificada pela SES-DF e pelo Ministério da Saúde incentiva todos os moradores do Distrito Federal a buscarem as salas de vacina. Com 50 mil doses disponíveis, a expectativa é elevar a cobertura vacinal e mitigar riscos associados ao aumento de casos em estados vizinhos. Essa resposta coordenada reforça o compromisso com a saúde pública, garantindo que a população esteja preparada contra ameaças como a febre amarela.