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Morre Raul Jungmann, presidente do IBRAM, aos 73 anos após batalha contra câncer

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Bandeira brasileira a meio mastro em edifício em Brasília, representando luto por presidente do IBRAM.

Raul Jungmann, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), faleceu aos 73 anos em Brasília, no dia 18 de janeiro de 2026, após um longo tratamento contra o câncer de pâncreas. A informação foi divulgada pelo próprio IBRAM na data do ocorrido, destacando o impacto da perda para o setor mineral brasileiro. O velório foi reservado apenas para familiares e amigos próximos, respeitando a privacidade do momento.

Trajetória de Raul Jungmann

Raul Jungmann era uma figura proeminente no cenário público brasileiro, tendo assumido a presidência do IBRAM em um período de desafios para a mineração. Sua liderança foi marcada por esforços em promover práticas sustentáveis e defender os interesses do setor. Com uma carreira extensa, ele se destacou como defensor da democracia e do interesse público, conforme relatos de colegas próximos.

Detalhes sobre o falecimento

O falecimento ocorreu após um prolongado tratamento contra o câncer de pâncreas, uma doença que Jungmann enfrentou com discrição. O IBRAM emitiu uma nota oficial em 18 de janeiro de 2026, confirmando a notícia e expressando condolências. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre o tratamento, mantendo o foco na memória de suas contribuições.

Repercussão e homenagens

Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, lamentou a perda e destacou as qualidades de Jungmann em uma declaração oficial. Ela o descreveu como uma referência no setor, enfatizando seu compromisso com valores democráticos. A repercussão no meio mineral reflete o vazio deixado por sua partida.

homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público

Impacto no setor de mineração

Com a morte de Raul Jungmann, o IBRAM enfrenta um momento de transição em 2026, ano que promete debates intensos sobre regulamentações ambientais e econômicas. Sua ausência pode influenciar discussões futuras sobre o desenvolvimento sustentável da mineração no Brasil. O legado de Jungmann continua a inspirar profissionais do setor, que buscam honrar sua visão de um interesse público equilibrado.

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