Regulamentação da enfermagem estética gera controvérsias no Distrito Federal
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), sob influência da deputada Dayse Amarilio, avança na regulamentação do exercício da enfermagem estética, mas a medida desperta preocupações sobre riscos à saúde pública e possíveis falhas na fiscalização. No ano de 2026, essa iniciativa busca padronizar procedimentos estéticos realizados por enfermeiros, no entanto, críticos apontam para a ausência de detalhes sobre como garantir a segurança dos pacientes. A proposta, centrada no Distrito Federal, reflete uma tentativa de controle que pode não resolver problemas crônicos do setor.
Preocupações com a implementação da nova regra
A regulamentação do exercício da enfermagem estética no Distrito Federal, proposta por Dayse Amarilio na CLDF, surge em meio a debates acalorados sobre a qualificação dos profissionais. Sem datas específicas para entrada em vigor, a medida deixa lacunas que podem expor pacientes a procedimentos mal executados. Especialistas alertam que, sem mecanismos robustos de supervisão, o Distrito Federal corre o risco de ver um aumento em complicações estéticas, agravando um cenário já problemático.
Impactos negativos para profissionais e pacientes
Dayse Amarilio, figura chave na CLDF, defende a regulamentação como forma de organizar a enfermagem estética, mas profissionais do setor expressam receio de burocracias excessivas que inibam o exercício da profissão. No Distrito Federal, onde a demanda por tratamentos estéticos é alta, essa norma pode restringir o acesso a serviços acessíveis, afetando especialmente classes médias e baixas. A falta de clareza sobre os motivos por trás da proposta intensifica críticas de que ela prioriza controle em detrimento de inovação e segurança real.
Desafios futuros para o setor no Distrito Federal
A ausência de prazos definidos para a regulamentação do exercício da enfermagem estética complica o panorama no Distrito Federal, deixando a CLDF e Dayse Amarilio sob pressão para ajustes. Enquanto isso, o setor enfrenta incertezas que podem desestimular investimentos e treinamentos. Em 2026, essa iniciativa, embora bem-intencionada, destaca as falhas sistêmicas na saúde estética, demandando maior transparência para evitar prejuízos irreparáveis à população.